Comparação

Sua clínica cabe numa planilha. Até o dia em que não cabe mais.

Uma comparação honesta — incluindo as linhas em que a planilha ganha. Se ela ainda dá conta da sua clínica, esta página vai dizer isso.

Primeiro, o que a planilha faz muito bem

Ela é grátis, é flexível e todo mundo já sabe usar. Você inventa uma coluna nova em dez segundos, sem pedir para ninguém e sem esperar release. Nenhum software vai ser mais moldável que uma célula vazia. Clínica de um dentista com agenda estável roda em planilha sem problema nenhum — e não há vergonha nisso.

O problema não é a planilha ser ruim. É que ela guarda o que aconteceu, e não o que está acontecendo. Ela não avisa, não confirma, não bloqueia, não registra quem mudou o quê. Enquanto a clínica é pequena isso é irrelevante. Existem quatro momentos em que deixa de ser.

Os quatro momentos em que ela quebra

1

O segundo dentista

Duas pessoas editando a mesma agenda ao mesmo tempo é onde a planilha perde. Alguém marca em cima de alguém, e o histórico de quem mudou não existe. Não é falha de atenção: a planilha não tem como saber que aquele horário acabou de ser tomado.

2

A paciente que pergunta o que ficou do tratamento passado

Aí a planilha não ajuda, porque a resposta está no papel da ficha — se o papel estiver onde deveria. Odontograma, evolução clínica e plano de tratamento não caem bem numa aba.

3

O fechamento do mês

O repasse digitado à mão é o lugar onde mais aparece diferença — e onde é mais desconfortável quando aparece, porque a conversa é com o dentista. Uma planilha soma o que você digitou; ela não sabe quais consultas realmente aconteceram. E como só é preenchida no fim do mês, o número aparece de uma vez: no sistema, o repasse se atualiza a cada consulta concluída, então dá para acompanhar a evolução o mês inteiro e não ter surpresa no dia 30.

4

A auditoria

Planilha não tem trilha de auditoria. Qualquer célula pode ser alterada por qualquer pessoa com o link, sem deixar registro de autor, data ou conteúdo anterior. Para controle de estoque isso é um detalhe. Para registro clínico, não é.

Comparação linha por linha

As duas primeiras linhas são vitórias da planilha. Uma tabela em que um lado ganha tudo não serve para decidir nada.

PlanilhaMaestro
Custo mensalZeroA partir de R$ 75/mês
Flexibilidade de formatoTotal — você inventa a colunaEstruturado: o campo existe ou não existe
Duas pessoas editando ao mesmo tempoUma sobrescreve a outraTodos veem o mesmo, ao vivo
Confirmação de consultaAlguém liga ou digitaAutomática, no WhatsApp da clínica
Duração por procedimentoVocê calcula de cabeçaVem do catálogo
Prontuário e odontogramaFica no papelDigital, por dente e por face
Trilha de auditoriaNão existeAutor, data e conteúdo anterior
Cálculo de repasseDigitado à mãoCalculado, rastreável até a consulta
Permissão por pessoaQuem tem o link vê tudoPor função: recepção, dentista, financeiro
Estoque de materialContagem manualDebitado na conclusão do procedimento
Painel na recepçãoNão temLink que abre em qualquer TV
BackupO que a nuvem do arquivo fizerDiário, com restauração testada
Se as suas duas primeiras linhas ainda pesam mais que as dez seguintes, fique na planilha. Ela está funcionando.

A objeção real não é o preço. É a migração.

Ninguém tem medo da assinatura. Tem medo de perder três anos de histórico e de passar duas semanas digitando cadastro.

01Você manda a planilha como ela está. Não precisa arrumar coluna, padronizar telefone nem separar aba. A gente olha o arquivo e diz o que dá para importar.
02Importamos pacientes, histórico e catálogo — com duração e preço de cada procedimento, que é o que faz a agenda e o financeiro funcionarem sozinhos depois.
03Você confere uma amostra antes de virar a chave. Se a importação não ficou boa, ajustamos e rodamos de novo — dentro do teste de 14 dias.
04A planilha continua sua. Nada é apagado de onde está, e a exportação em CSV está disponível no Maestro desde o primeiro dia — inclusive se você decidir sair.
05Sem custo. Importação e configuração estão incluídas na assinatura, não são um projeto à parte.